Nasce um guerreiro, no meio dá Silenciosa Floresta Mística. Os deuses me conhece para contemplar a minha própria divindade, a solidão invade o meu ser e me conduz para a camada mais profunda do coração que em mim palpita, lembro-me finalmente quem sou, o movimento de viajar navegar eleva-me as alturas. Ó Santa Volúpia que flui por minhas veias e nervos a procura da verdade não está fechada teu coração que estava morto teus sentidos obtusos e teus olhos cegos. Acorda ó guerreiro e enfrenta com ferocidade quem a ti habita, seu maior inimigo. Doma teus medos rendem-se aos teus anseios e extravasa na maestria união com o todo.











